Em paralelo com a Cimeira França África o Presidente da República, Filipe Nyusi tem estado a manter encontros bilaterais com diversas individualidades.
Nyusi esteve reunido esta segunda-feira, 17 de maio, com seu homólogo sul-africano Presidente Cyril Ramaphosa, recebeu o Primeiro-ministro português António Costa e manteve um encontro privado com Presidente Francês, Emmanuel Macron.
Apesar da pouca informação em relação as matérias abordadas nos encontros, tudo aponta que o terrorismo em Cabo Delgado tem sido nota dominante. Aliás, no encontro com o primeiro-ministro português, Costa avançou abertura para apoiar os diferentes ramos das forças armadas.
"... estamos disponíveis para integrar outras forças e outros apoios que sejam necessários”, referiu António Costa à imprensa depois do encontro com Nyusi.
Mas também, Moçambique tem estado a fazer campanha diplomática para assegurar o lugar no Conselho de Segurança das Nações Unidas cuja votação vai ter lugar no próximo ano. O lugar é quase certo pois a vaga é para um dos três acentos de África e a SADC e União Africana já deram luz verde para Moçambique avançar. Mas obter o máximo de votos confere mais credibilidade ao país.
Ontem Nyusi teve garantias de continuidade da petrolifera Total que mantém total interesse no projecto da Área 1 em Afungi, um projecto estruturante cujo investimento deve rondar nos 20 biliões de euros e na fase de funcionamento em pleno a partir de 2024 vai gerar cerca de 15mil empregos.
A visita de Nyusi prossegue na França e tudo indica que serão feitos mais anúncios, sendo que até agora o mais expressivo é a garantia dada pela Total.
Filipe Nyusi participa, hoje, na Cimeira Sobre o Futuro das Economias Africanas, organizada pelo Presidente francês, Emannuel Macron.

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